Esses dias tem sido um pouco confuso pra mim... minha ex fica me telefonando, aqueles do tipo "oi estou aqui", eu não consigo saber o que ela realmente quer comigo. Uma coisa eu digo, esta sendo difícil tirar ela da minha cabeça.
Mudando um pouco de assunto, esse final de semana eu fiquei sabendo como uma americana beija... heheheheh, eles tem que treinar mais um pouco e eu, claro, não ligo de treiná-las hehehehehe. Ela é coreografa de algum canto no USA que deu uma bolsa pra ela visitar alguns lugares do Brasil e aprender as danças desses lugares.
Mudando de assunto novamente, tem uma morena na pousada que vou te contar... além de ser uma pessoa especial é muito bonita, com aqueles olhos verdes hipnotizantes... é difícil de me aguentar e não pular na boca dela só pra saber se é feita de mel.
Falando um pouco do meu trabalho, não achei nada de espetacularmente difícil o que eles fazem. Fazem de uma forma totalmente organizada e metódica, o que deixa eles com características de uma fábrica de software competitiva.
06/11/2007
29/10/2007
Histórias de muito tempo atrás...
Comentando com um amigo, o Lucas, que eu estava interessado em escrever alguns contos e estórias. Pretendo escrever algo sobre o passado, presente e o futuro. Escolhi alguns temas como o passado para um estória de fantasia e guerras medievais, presente para falar um pouco de preconceito e futuro para falar também de tecnologia. Espero que agrade às pessoas, pois minha intensão não é ser o melhor mas tentar fazer o melhor que posso.
See you later!
Eu conto a história de Morniac, um Paladino da Luz, que a muito tempo atrás pertenceu às trevas e hoje tenta se redimir. Sua vida não foi nada pacata desde criança quando viu seu pai morrer nas mãos de um Clã inimigo.
Em uma noite de verão, chovia muito. A família de Sujustus, ouvia a morte que era impostas pelos cavaleiros e assassinos rivais, assassinos estes que se auto intitulavam Protetores do Cálice Sagrado.
Na noite só se ouvia ou urro de dor das pessoas, só se ouvia as estocadas de lanças e adagas, espadas e flechas. Foi o terror na sua mais pura extensão, extensão essa onde não se distingue homem de animais, bestas de feras.
As casas eram destruídas uma por uma, as famílias desimadas pessoa a pessoa. Nada era perdoado, nem se quer os animais de estimação. Após o massacre era ateado fogo à casa.
Foi uma noite terrível mas que os pais de Morniac, Justusus e Andrara, conseguiram escodê-lo às pressas em um alçapão que existia na casa, não deu tempo de ajudar a filha e irmã mais velha de Morniac, a Jasticel.
A noite passa e o início de uma vida começa, vida essa cheia de dor e rancor. Pois perder a família aos 5 anos de idade não é fácil para qualquer ser humano...
See you later!
Eu conto a história de Morniac, um Paladino da Luz, que a muito tempo atrás pertenceu às trevas e hoje tenta se redimir. Sua vida não foi nada pacata desde criança quando viu seu pai morrer nas mãos de um Clã inimigo.
Em uma noite de verão, chovia muito. A família de Sujustus, ouvia a morte que era impostas pelos cavaleiros e assassinos rivais, assassinos estes que se auto intitulavam Protetores do Cálice Sagrado.
Na noite só se ouvia ou urro de dor das pessoas, só se ouvia as estocadas de lanças e adagas, espadas e flechas. Foi o terror na sua mais pura extensão, extensão essa onde não se distingue homem de animais, bestas de feras.
As casas eram destruídas uma por uma, as famílias desimadas pessoa a pessoa. Nada era perdoado, nem se quer os animais de estimação. Após o massacre era ateado fogo à casa.
Foi uma noite terrível mas que os pais de Morniac, Justusus e Andrara, conseguiram escodê-lo às pressas em um alçapão que existia na casa, não deu tempo de ajudar a filha e irmã mais velha de Morniac, a Jasticel.
A noite passa e o início de uma vida começa, vida essa cheia de dor e rancor. Pois perder a família aos 5 anos de idade não é fácil para qualquer ser humano...
28/10/2007
Vejo hoje o mercado como um amigo que é super-ativo e temos que tentar acompanhá-lo de qualquer jeito, hoje precisam de uma pessoa que saiba java em São Paulo, mas amanhã precisaram de uma que saiba php em BH. Pois é meus caros a vida de quem quer ser um especialista em tecnologia da informação não vai ser fácil, pois tudo muda muito rápido e nem todos estam dispostos a mudar junto com ela, principalmente quando se fala em empresas. Não estam dispostas a mudar para software livre pois querem alguém para colocar o dedo na cara, como se isso valesse a economia que se poderia fazer, outro ponto é quem dará suporte? Suporte é para quem não faz o dever de casa. Esta certo que precisamos sim de suporte, mas para momento em que as pessoas não sabe nada do que procuram fora isso eu acho meio complicado depositar toda a expectativa da empresa em um cara que deve estar se lixando para o problema da referida empresa. Um outro ponto é a tal garantia on-site, bleh, mais um nome que não significa nada em meu idioma, mas que faz uma diferença nas empresas, o legal é que essa garantia ajuda a vender porcarias para as empresas na ilusão de que se der algum problema um técnico vai na empresa e resolve. Resolve, mas você tem um equipamento inferior em seu departamento. Com este monte de questões as empresas acabam esquecendo de quem faz a diferença que é as pessoas e acabam não ligando para seus sonhos, não ajudando a elas a perseguirem seus sonhos. Quando paramos de perseguir nossos sonhos deixamos de querer viver e nos tornamos nostálgicos e sem graça, nada mais gostoso do que ver uma pessoa sonhando e querendo viver, gostoso ver um jovem desesperado por que acha que não vai dar tempo para fazer tudo o que queria fazer em sua vida, pois para o jovem a vida acaba quando se tem um 0 no final da idade, ou seja 20, 30, 40, 50... mas sabemos que não é bem assim. Outro dia estava eu indo para a casa do Lucas e vi um senhor de cabeça branca e bem careca sentado no metro, ele estava com um terno impecável com um relógio de bolso, aqueles mesmo e que eu sonho em ter um, ele estava esperto com as horas e eu fiquei admirando aquela situação e me imaginando chegar um dia firme e forte e principalmente conciente na idade dele. Andar pela maior cidade do pais em um metro e ter meus 75 anos olhar para trás e ver muita coisa na vida e olhar pra frente e ainda ter sonhos verdadeiros. Uma coisa que penso é: "não quero me aposentar", quero ser bem velhinho e olhar a juventude querendo crescer e descobrindo coisa que eu descobri anos antes, quero fazer parte da vida e não somente vivê-la. Isso sim é liberdade.
Uma lição para nunca se esquecer. Eu andava meio desconfiado que se podia explicar tudo o que acontece conosco simplismente com métodos e fórmulas, mas depois dessa lição eu não quero mais explicar nada pois se um homem que fez tanto pela humanidade, foi ele quem criou a pasteurização e viabilizou a alimentação de muitas pessoas, por que eu não poderia acreditar sendo que não sou um milésimo do que ele foi? Então deixo essa lição para quem quiser seguir pois eu seguirei.
Cartão de visitas
Fato ocorrido em 1892, verdadeiro e integrante de biografia.
Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem
universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez,
lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava
da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos.
Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?
- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História
Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos,
mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem
que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um
pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.
- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?
- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação,
falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o
material pelo correio com a máxima urgência.
O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o
seu cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito,
saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.
No cartão estava escrito:
Professor Doutor Louis Pasteur,
Diretor Geral do Instituto de Pesquisas
Científicas da Universidade Nacional da França.
"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima." Louis Pasteur
Cartão de visitas
Fato ocorrido em 1892, verdadeiro e integrante de biografia.
Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem
universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez,
lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava
da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos.
Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?
- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História
Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos,
mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem
que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um
pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.
- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?
- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação,
falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o
material pelo correio com a máxima urgência.
O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o
seu cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito,
saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.
No cartão estava escrito:
Professor Doutor Louis Pasteur,
Diretor Geral do Instituto de Pesquisas
Científicas da Universidade Nacional da França.
"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima." Louis Pasteur
Esse texto vem de um email que recebi em uma das listas de discussões que eu participo. Achei interessante e resolvi postá-la.
Você é Hands On?
(Max Gehringer / Colunista da Revista EXAME)
Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome
que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os
interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança,
criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em
inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON. Para o felizardo
que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama
de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.
Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o
paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as
empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de
saltar para ser admitido.
E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da
super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico...
Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem
preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de
atendimento interno.. E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges,
Gerente da Contabilidade.
Seu Borges: -- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: -- In a hurry!
Seu Borges: -- Saúde.
Fabiana: -- Não, Seu Borges, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho
fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas
por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala portugues?
Seu Borges: -- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: -- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu
tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: -- Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana: -- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha
criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal
visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: -- Fabiana, desse jeito não vai Dar!
Fabiana: -- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: -- Como assim?
Fabiana: -- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E
considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: -- Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: -- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...
Seu Borges: -- Futuro? Que futuro?
Fabiana: -- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e
ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: -- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu
nada!
Fabiana: -- Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: -- Hã?
Fabiana: -- Hands on....Mão na massa.
Seu Borges: -- Claro que sou!
Fabiana: -- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu
vou sair por aí explorando minhas potencialidades.
Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.
Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:
1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm
as qualificações requeridas.
2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos
porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão
usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.
Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo
prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo
preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.
Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um
montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível
que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação
Alfred Nobel.
Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas!
Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e
no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento
do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto,
motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha
informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação..
... só que não sabia nem abrir o capô. Duas horas depois, quando o pessoal
ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um
sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas
do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para
funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.
Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas
modernas torcem o nariz:
O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.
Max Gehringer
As Empresas e seus Gestores precisam decidir que tipo de profissional elas
necessitam: Aqueles que Resolvem os problemas ou aqueles que impressionam e
não resolvem nada.
O interessante é conciliar estes dois profissionais em um só, portanto
valorizem as pessoas que trabalham com você ou para você; criem
possibilidades, oportunidades e desafios que condizem com elas, o mercado do
trabalho agradece.
Você é Hands On?
(Max Gehringer / Colunista da Revista EXAME)
Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome
que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os
interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança,
criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em
inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON. Para o felizardo
que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama
de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.
Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o
paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as
empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de
saltar para ser admitido.
E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da
super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico...
Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem
preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de
atendimento interno.. E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges,
Gerente da Contabilidade.
Seu Borges: -- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: -- In a hurry!
Seu Borges: -- Saúde.
Fabiana: -- Não, Seu Borges, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho
fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas
por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala portugues?
Seu Borges: -- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: -- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu
tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: -- Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana: -- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha
criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal
visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: -- Fabiana, desse jeito não vai Dar!
Fabiana: -- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: -- Como assim?
Fabiana: -- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E
considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: -- Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: -- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...
Seu Borges: -- Futuro? Que futuro?
Fabiana: -- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e
ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: -- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu
nada!
Fabiana: -- Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: -- Hã?
Fabiana: -- Hands on....Mão na massa.
Seu Borges: -- Claro que sou!
Fabiana: -- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu
vou sair por aí explorando minhas potencialidades.
Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.
Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:
1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm
as qualificações requeridas.
2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos
porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão
usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.
Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo
prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo
preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.
Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um
montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível
que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação
Alfred Nobel.
Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas!
Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e
no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento
do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto,
motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha
informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação..
... só que não sabia nem abrir o capô. Duas horas depois, quando o pessoal
ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um
sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas
do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para
funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.
Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas
modernas torcem o nariz:
O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.
Max Gehringer
As Empresas e seus Gestores precisam decidir que tipo de profissional elas
necessitam: Aqueles que Resolvem os problemas ou aqueles que impressionam e
não resolvem nada.
O interessante é conciliar estes dois profissionais em um só, portanto
valorizem as pessoas que trabalham com você ou para você; criem
possibilidades, oportunidades e desafios que condizem com elas, o mercado do
trabalho agradece.
27/10/2007
Depois de algum tempo sem postar nada em meu blog, irei falar do que andou acontecendo por aqui. Cada dia eu fico mais avontade com a pousada, já ando falando que é minha casa. Mas cá pra nós, só tem aparece figura por aqui. Tem a Maria, uma americana, que é bolsista de alguma empresa de coreografia que esta viajando pelo Brasil e aprendendo sobre as danças brasileiras, muito legal, meio folgada hehehehehe, mas simples e cordial além do que só fala inglês e sem querer ela me ensina muito e me ajuda a perder o medo de falar inglês. Cada vez eu vejo que é mais necessário falar e entender inglês, apesar de achar uma língua feia. Tem a Fabiana que é uma pessoa muito legal, saimos juntos ( Fabiana, Luzia, Dominiti, Murilo e eu ) em um final de semana, que foi muito bom hehehehehe acabamos dando uma consultoria de relacionamentos amorosos para as mulheres, acabamos? Sou tímido e não falo quase nada da minha intimidade quanto mais ajudar os outros. Fabiana é uma designer de jóias, se assim posso dizer, que faz suas jóias usando o capim dourado do Jalapão, que por sinal ficam muito bonitas. Ai ai, ela tem um problema sério de relacionamento com a Mãe, não faço a mínima idéia de como pode ajudar, putz mas quem sabe? Ahhh, apareceu por aqui um cara muito simpático se assim posso dizer, pois conversava com todos, que puta que pariu o velho clichê do "sou amigo de todos e irei lhes passar a perna sem você ver", quem sobrasse com uma nota de real na frente dele era amigo intimo e ele pedia o dinheiro emprestado, como se achasse que temos "otário" escrito na testa. Mas já foi embora. Agora estou no mesmo quarto que o Roberto, outro americano, que por sinal é uma moto-serra ligada quando esta roncando, puta que pariu eu quase enfiei um travesseiro na garganta dele pra ver se ele parava de roncar até que ele resolveu virar de lado e desligar sua moto-serra. Das pessoas da pousada, tem a Let que é muito atenciosa, prestativa e carinhosa com estas características fica parecendo que estamos em nossa própria casa. A Fabiana que pelo que acontece fica falando pra eu escrever um livro, heheheheh já escrevo no meu blog. Um dia terei minha casa, as vezes eu fico pensando que se eu estivesse morando sozinho ficaria muito solitário pois minha doença me ajuda a não querer entrar em pânico por relações com as pessoas. Um dia terei a liberdade que eu tanto desejo e quando eu souber qual é eu falo. Sinto muita saudades de casa, nem me fale. De ver o rosto de todos e me sentir feliz com eles, ainda mais agora que minha mãe conseguiu um emprego novo. Estou gostando do meu emprego, cada vez aprendo mais... mas diga-se de passagem eu esperava mais deles...
13/10/2007
Bem, essa semana foi muito agitada... Conheci um carioca que não sabia ficar quieto. Conheci uma Porto riquenha que é dançarina de dança do ventre. Fui na vila madalena, que é o lugado dos barzinhos, um bairro inteiro cheio de bar cada um com suas características. Neste bar conheci o Luis, o Guto e a Juliana. Ju é a hostess, Guto o garçon e o Luis o Barman, caraca maluco são ótimas pessoas. O bar se chama Salve Jorge e esta concorrendo ao Buteco Bohemia. Cara começo com o André ( o carioca ) me perguntando se eu gostava de sair e lógico que falei que sim, ele falou que na rua augusta não voltava mais... por motivos que lá não é lugar para se achar um par hetero... hehehehe como ele disse, decidimos então ir para a vila madalena ( salve, salve vila madalena ), temos bar para todos os gostos, com características alemãs ou japonesas e tudos mais... durante a noite conhecemos a teca, pseudo gostosona do pedaço, uma mulher mais vivida digamos assim e no meio do caminho conhecemos um casal que agora não me lembro o nome, por que a havana club estava alta no sangue, no mais foi isso mesmo a noite foi ótima, tirando as coincidencias com a sorte que o André teve. pqp no homi ele é sortudo de mais, não foi por causa da teca e sim por uma série de coincidencias que ocorreram, como precisar achar um banco pra tirar dinheiro e o banco ser na rua que procuravamos... huahuahuhauhahauhuahua. Isto foi na terça, na quarta levamos a Gerusa, a tal dançarina de dança do ventre, me parece que ela curtil muito tamem na minha compania... hehehehehe... deixei o André que foi no pelo da teca, e teve uma decepção... ela não era tão recatada como parecia e ainda deu sua calcinha pro cara que tava com ela na mesa e o cara ficou tirando maior onda no banheiro do bar... hehehehehehe é esse mundo... tem cada figura... nesta noite fiquei com a Gerusa... o moreninha cabra da peste... como ela quis vir embora mais cedo, viemos. Bem foi essa a semana... nada de programar ou trabalhar pra pelo menos passar o tempo... pois como tudo em empresas grandes é muito lento, eu ainda esto sem máquina, aliás tenho mas não possuo privilégios para poder instalar o que preciso nela. Meu final de semana esta sendo meio calmo se comparado com o meio de semana, mas não ligo pois não tenho vontade de ficar perambulando por ai sozinho... prefiro acompanhado com uma bela morena, nada contra as loiras mas morenas são meu ponto fraco. Antes que eu me esqueça, já criei uma conta no flickr e logo postarei as fotos.
09/10/2007
Hoje foi meu primeiro dia na IBM, que fica no prédio da Embratel em São Paulo, foi até legal. Tive um primeiro contato com a burocracia que é uma grande empresa e também com a organização da forma como trabalham grandes equipes, a divisão de todos os afazeres. Descobri como funciona a máquina de café... hehehehe e é de graça, a de refrigerante e doces não. Passei o dia inteiro meio desmotivado pela quantidade de burocracia que envolve uma grande empresa, mas no fundinho entendo a necessidade pelo simples motivo de existir espíritos de porco em todos os lugares. Fica o sentimento de que poderia ser mais liberado. Mas também vendo o tamanho da empresa começamos a ter noção de como o négocio dele é grande, na é enorme. No bom sentido.
08/10/2007
Hoje comecei um novo rumo em minha vida. Aceitei morar e trabalhar em São Paulo/ SP, é uma mudança radical na vida de uma pessoa que só tinha passado por cidade grande... viver no interior é legal mas também é legal viver na capital, principalmente na maior capital do país. Irei trabalhar em um projeto da ibm para a embratel, via a empresa primesys, usaremos a linguagem java e terá como plataforma a web. Vai ser legal, quero só ver, hehehehe, ainda não peguei em nada. Na realidade começo amanhã, por questões de burocracia não deu pra começar hoje. A vida dá certas oportunidades para gente e quem sabe não acertei nessa vez. Penso que será muito bom esta experiência, por que moro em uma pousada pertinho do trabalho e ainda divido o quarto com estrangeiros, pois é, tem um inglês e um malasiano( não sei se esta certo ), ficamos tentando nos comunicar... o inglês é caladão mas o malasiano é bem falador... pelo que sei ele trabalha com telecomunicações para empresas mineradoras e petrolíferas... putz ele é o cara, mas não fico atrás hehehehe. Já estou dando umas voltinhas na paulista, cara é legal, falta só conhecer os lugares para poder fazer um tour com a família ou com os amigos quando vierem me vistar. Bem, fico por aqui.
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